quinta-feira, 28 de maio de 2009

Experimentando a manhã dos galos

"... poesias, a poesia é
-é como a boca
dos ventos
na harpa
nuvem
a comer na árvore
vazia que
desfolha a noite
raíz entrando
em orvalhos..
.floresta que oculta
quem aparece
como quem fala
desaparece na boca
cigarra que estoura o
crepúsculo
que a contém
o beijo dos rios
aberto nos campo
sespalmando em álacres
os pássaros- e é livre
como um rumo
nem desconfiado..."

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